sex, mar 19th, 2010

Ex-padre se diz espírita e indigna católicos em Teresina

O ex-padre Miguel Fernandes Martins causou indignação ao padre Tony Batista, da Paróquia de Fátima, em Teresina. Procedente de Brasília, Martins vem a Teresina com frequência, segundo ele, para fazer atendimentos espirituais. O ex-padre é recebido por membros da Fundação Espírita Bezerra de Menezes.Ele foi colocado para fora da Igreja Católica sob acusação de praticar mistificação com os fieis ao supostamente simular incorporação de espíritos para fazer curas milagrosas. Miguel Fernandes Martins diz receber o espírito do frei Fabiano de Cristo. O ex-padre é crítico da Igreja Católica, que chama de arcaica.
Ele acusa padres e bispos de revelarem segredos obtidos em confissões. Afirma também que a Igreja cobra R$ 40 mil para fazer anulação de casamentos. Ele apareceu em emissoras de tevê da capital fazendo premonições e dando conselhos aos telespectadores. Ele cobra R$ 7 por consulta.
Padre Tony Batista discorda. Entende que ele não tem a capacidade anunciada. Afirma também que ele, se fosse padre mesmo, deveria se apresentar ao pároco local. “A doutrina cristã não tem nenhuma compatibilidade com o espiritismo. Nós convivemos e nos amamos, mas a doutrina é incompatível.”
O pároco de Fátima contesta afirmações de que segredos de confissões estariam sendo revelados. “Isso é algo sagrado para nós, sacerdotes.” Tony Batista não acredita no espiritismo. Ele também não acredita que Miguel Fernandes seja capaz de fazer milagres.

180 Graus/Notícias Cristãs/Padom

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Displaying 6 Comments
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  1. Name (required) Camilo Oliveira disse:

    Sabem quando existirá consenso entre as religiões? Nunca. Não adianta ficar atacando a crença das pessoas, em busca de uma crença absoluta. O que cada um precisa fazer é buscar o aprimoramento dos sentimentos, deixando de lado o orgulho, a vaidade, a maledicência, pois só assim estaremos contribuindo para um mundo melhor. Convivendo com as diferenças de maneira pacífica é a melhor maneira de conquistarmos a paz, quando Jesus esteve aqui ele deixou a sua mensagem mais preciosa, “amai-vos uns aos outros.” Infelizmente o mundo anda cego de ódio, irmão matando irmão, intolerância religiosa marcando o cotidiano das pessoas e o principal que é o esquecimento do evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde temos a tão conhecida parábola do bom samaritano, que prega a solidariedade entre seres humanos, sem se preocupar com a forma de pensar do outro.

    Camilo Oliveira

  2. Filipe disse:

    Allan Kardec, um racista brutal e grosseiro
    Orlando Fedeli

    É bem sabido que o darwinismo suscitou uma grande onda racista. Pois se a luta pela sobrevivência causava a seleção das espécies, a luta entre as raças causaria o aperfeiçoamento da espécie. Assim, o nazismo foi um dos efeitos do darwinismo.

    O que, porém se deixa à sombra, é a influência do darwinismo no racismo de Allan Kardec, o fundador do espiritismo “moderno”.

    Kardec, cujo verdadeiro nome era Hypolite Léon Dénizard Rivail, foi um homem que aprendeu bem mal a Gnose típica das sociedades secretas a que pertenceu. Nessas sociedades do seçulo XIX, se ensinava uma doutrina mais ou menos influenciada pelo romantismo, doutrina em geral originada do cabalista Jacob Boehme. Se Kardec aprendeu mal essa doutrina teosófica e romântica, ensinou-a pior ainda. Daí nasceu o sistema gnóstico grosseiro e cheio de contradições do espiritismo moderno.

    Lendo os livros de Kardec, tem-se a impressão de ler textos de um aluno de ginásio que, não tendo compreendido bem a lição que recebeu, e com presunção própria aos ignorantes, escreve obras sem nexo, contraditórias e mal feitas. O resultado é uma Gnose de “basse cour”, isto é, uma “gnose de galinheiro”.

    Por ela se passa pisando como em “lama” pseudo intelectual.

    Pois lendo — com repugnância — o livro A Gênese de Allan Kardec (Ed . Lake, São Paulo, 1a edição, comemorativa do 100o aniversário dessa obra) pode-se encontrar o seguinte texto, escandalosamente racista, do fundador do espiritismo moderno:

    “O progresso não foi, pois, uniforme em toda a espécie humana; as raças mais inteligentes naturalmente progrediram mais que as outras, sem contar que os Espíritos, recentemente nascidos na vida espiritual, vindo a se encarnar sobre a Terra desde que chegaram em primeiro lugar, tornam mais sensíveis a diferença do progresso(sic!). Com efeito, seria impossível atribuir a mesma antiguidade de criação aos selvagens que mal se distinguem dos macacos, que aos chineses, e ainda menos aos europeus civilizados”
    (Allan Kardec, A Gênese, ed. cit. p. 187, o sublinhado e o negrito são meus).

    Kardec afirma aí o mais grosseiro e brutal racismo.

    Allan Kardec, um racista brutal e grosseiro – 2

    Orlando Fedeli

    Vimos já várias citações escandalosamente racistas de Allan Kardec, frutos de sua doutrina caudatária do evolucionismo darwinista.
    Hoje, queremos apresentar mais um texto desse autor, que, embora tendo baixíssimo nível intelectual, vem causando muito mal, particularmente no Brasil.

    Na obra intitulada O Livro dos Espíritos, Allan Kardec pergunta:

    “6 –Por que há selvagens e homens civilizados? Se tomarmos uma criança hotentote recém nascida e a educarmos nas melhores escolas, fareis dela, um dia, um Laplace ou um Newton?” (Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, Instituto de Difusão Espírita, Araras, São Paulo, sem data, capítulo V, p. 126).

    Já a pergunta denota um certo racismo, pois supõe que uma criança hotentote, ainda que educada nas melhores escolas, não teria possibilidade natural de alcançar o nível de um cientista branco.

    Allan Kardec explicita seu racismo brutal e grosseiro na resposta que dá a essa pergunta, por ele mesmo feita:

    “Em relação à sexta questão, dir-se-á, sem dúvida, que o Hotentote é de uma raça inferior; então, perguntaremos se o Hotentote é um homem ou não. Se é um homem, por que Deus o fez, e à sua raça, deserdado dos privilégios concedidos à raça caucásica? Se não é um homem, porque procurar fazê-lo cristão ?” (Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, Instituto de Difusão Espírita, Araras, São Paulo, sem data, capítulo V, p. 127).

    Como é possível se imprimir e difundir, ainda hoje, uma doutrina racista tão brutal e tão grosseira?

    É patente, nas frases citadas, que Allan Kardec considerava a raça branca — a caucásica — superior à raça hotentote.

    E Kardec chega ao absurdo de levantar a hipótese de que um hotentote não seria um homem!

    Hitler aprovaria a doutrina racista de Kardec.

    E os espíritas tupiniquins, repudiam eles esse racismo grosseiro e brutal, ou o aceitam?

    Se o repudiam, como poderão continuar aceitando a doutrina espírita de Kardec como revelada por “espíritos superiores”?

    E será que esses “espíritos superiores” eram “caucásicos”, isto é, arianos?

    Não há dúvida, pois: Allan Kardec era um racista grosseiro e brutal. E a doutrina espírita é racista.

    Daí, o orgulho que ela suscita em seus seguidores, que — se são caucásicos — se julgam superiores aos demais mortais, quer porque os consideram de raças inferiores, quer – quando se comparam a outros brancos — os julgam pouco evoluídos espiritualmente.

    Como católico, repudio totalmente essa doutrina herética e racista.

    Allan Kardec, um racista brutal e grosseiro – 3

    Orlando Fedeli

    Allan Kardec foi de fato um racista grosseiro e bruto, acrescentando ao evolucionismo darwiniano a sua doutrina gnóstica, muito mal aprendida e pior explicada. Seus textos indicam um homem cheio de contradições e de baixo nível intelectual.

    Quero citar dele novos textos, comprovantes desse evolucionismo bruto e grosseiro do espiritismo kardecista.

    No mesmo livro A Gênese, que já mencionei, se pode ler o seguinte:

    “Esses Espíritos dos selvagens, entretanto pertencem à humanidade; atingirão um dia o nível de seus irmãos mais velhos, mas certamente isso não se dará no corpo da mesma raça física, impróprio a certo desenvolvimento intelectual e moral. Quando o instrumento não estiver mais em relação ao desenvolvimento, emigrarão de tal ambiente para se encarnar num grau superior, e assim por diante, até que hajam conquistado todos os graus terrestres, depois do que deixarão a Terra para passar a mundos mais e mais adiantados” (Revue Spirite, abril de 1863, pág. 97: Perfectibilidade da raça negra, in Allan Kardec, A Gênese, Lake _ Livraria Allan Kardec editora, São Paulo, p. 187. O negrito é do original e o sublinhado é meu).

    Nesse texto do fundador do espiritismo moderno, está explicita a tese de que Kardec considerava os selvagens e a raça negra como inferiores.

    O que é racismo bruto e grosseiro.

    Se algum espírita ousar defender esse racismo kardecista, hoje, estará cometendo uma violação das leis anti-racistas vigentes no Brasil.
    E Allan Kardec considerava raças inferiores não só os indígenas e negros, mas também os indivíduos de raça amarela.
    Raça superior seria só a branca.

    Para o racista grosseiro e bruto que foi Allan Kardec também os chineses seriam de uma raça inferior.

    Eis a prova do que estou afirmando, retirada de outro livro de Allan Kardec:

    “Um chinês, por exemplo, que progredisse suficientemente e não encontrasse na sua raça um meio correspondente ao grau que atingiu, encarnará entre um povo mais adiantado” (Allan Kardec, O que é o Espiritismo, Edição da Federação Espírita Brasileira, Brasília, 32a edição, sem data, pp. 206-207. A edição original de Qu’est ce que le Spiritisme é de 1859).

    Portanto, para Kardec e para os espíritas, também os amarelos (japoneses, chineses, etc.), teriam que se reencarnar em raças superiores ou mais adiantadas. Hitler não diria muito diferente.

    E Allan Kardec, esse racista bruto e grosseiro, pretendia que sua palavra fosse superior à palavra de Deus, na Sagrada Escritura,. pois ele escreveu:

    “A reencarnação fazia parte dos dogmas judaicos sob o nome de ressurreição; só os Saduceus, que pensavam que tudo acabava com a morte, não acreditavam nela. As idéias dos Judeus sobre esse ponto, como sobre muitos outros, não estavam claramente definidas, porque não tinham senão noções vagas e incompletas sobre a alma e sua ligação com o corpo. Eles acreditavam que um homem que viveu podia reviver, sem se inteirarem com precisão da maneira pela qual o fato podia ocorrer; designavam pela palavra ressurreição o que o Espiritismo, mais judiciosamente, chama reencarnação” (Allan Kardec, O Evangelho segundo o Espiritismo, Instituto de Difusão Espírita, Araras 1978, p. 59. O negrito e o sublinhado são meus. O itálico é do autor).

    Portanto Allan Kardec se considerava mais “judicioso” do que a Bíblia, porque, naquilo que os autores inspirados por Deus erraram, ele Kardec elucidou.

    Além de ser, então, um racista brutal e grosseiro, Allan Kardec era um presunçoso soberbo, que se colocava até mesmo acima da Bíblia.

    Para citar este texto:
    Orlando Fedeli – “Allan Kardec, um racista brutal e grosseiro”
    MONTFORT Associação Cultural
    .
    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=religiao&artigo=kardec&lang=bra

  3. Filipe disse:

    Reencarnação – Argumentos católicos contra os fundamentos do espiritismo
    Orlando Fedeli

    A doutrina da reencarnação é comum a vários sistemas religiosos, todos de fundo gnóstico. Ela provém de um erro a respeito do problema do mal e da justiça divina. Modernamente, a doutrina da reencarnação se tornou muito difundida pelo espiritismo.

    Os reencarnacionistas defendem a tese de que cada pessoa teria várias vidas, e se reencarnaria para pagar os pecados de uma vida anterior. Desse modo, cada vida nos seria concedida para expiar erros, que não conhecemos, de uma vida que teríamos tido. Cada reencarnação seria um castigo pelos males que praticamos em vidas anteriores. Não haveria inferno. O castigo do homem seria viver neste mundo material, e não tornar-se puro espírito. Para os reencarnacionistas, “o inferno é aqui”.

    Eles recusam admitir que esta vida é única, e que, após a morte, somos julgados por Deus e premiados com o céu, ou punidos temporariamente no purgatório, ou condenados eternamente ao inferno. Exigem uma “nova oportunidade”, enquanto recusam mudar de vida agora. A eles poderia ser aplicado o que diz um autor a respeito do tempo e do adiamento dos deveres: “Por que prometes fazer, num futuro que não tens, aquilo que recusas fazer no tempo que tens?”. Assim também o que defende a teoria da reencarnação pretende melhorar nas futuras vidas – que imagina terá – o que se recusa a melhorar já, na vida que tem.

    Para os hinduístas, a reencarnação poderia se dar pela transmigração do espírito até no corpo de um animal ou planta. Para os espíritas, a reencarnação se daria apenas em corpos humanos.

    REFUTAÇÃO

    Se a alma humana se reencarna para pagar os pecados cometidos numa vida anterior, deve-se considerar a vida como uma punição, e não um bem em si. Ora, se a vida fosse um castigo, ansiaríamos por deixá-la, visto que todo homem quer que seu castigo acabe logo. Ninguém quer ficar em castigo longamente. Entretanto, ninguém deseja, em sã consciência, deixar de viver. Logo, a vida não é um castigo. Pelo contrário, a vida humana é o maior bem natural que possuímos.
    Se a alma se reencarna para pagar os pecados de uma vida anterior, dever-se-ia perguntar quando se iniciou esta série de reencarnações. Onde estava o homem quando pecou pela primeira vez? Tinha ele então corpo? Ou era puro espírito? Se tinha corpo, então já estava sendo castigado. Onde pecara antes? Só poderia ter pecado quando ainda era puro espírito. Como foi esse pecado? Era então o homem parte da divindade? Como poderia ter havido pecado em Deus? Se não era parte da divindade, o que era então o homem antes de ter corpo? Era anjo? Mas o anjo não é uma alma humana sem corpo. O anjo é um ser de natureza diversa da humana. Que era o espírito humano quando teria pecado essa primeira vez?
    Se a reencarnação fosse verdadeira, com o passar dos séculos haveria necessariamente uma diminuição dos seres humanos, pois que, à medida que se aperfeiçoassem, deixariam de se reencarnar. No limite, a humanidade estaria caminhando para a extinção. Ora, tal não acontece. Pelo contrário, a humanidade está crescendo em número. Logo, não existe a reencarnação.
    Respondem os espíritas que Deus estaria criando continuamente novos espíritos. Mas então, esse Deus criaria sempre novos espíritos em pecado, que precisariam sempre se reencarnar. Jamais cria ele espíritos perfeitos?
    Se a reencarnação dos espíritos é um castigo para eles, o ter corpo seria um mal para o espírito humano. Ora, ter corpo é necessário para o homem, cuja alma só pode conhecer através do uso dos sentidos. Haveria então uma contradição na natureza humana, o que é um absurdo, porque Deus tudo fez com bondade e ordem.
    Se a reencarnação fosse verdadeira, o nascer seria um mal, pois significaria cair num estado de punição, e todo nascimento deveria causar-nos tristeza Morrer, pelo contrário, significaria uma libertação, e deveria causar-nos alegria. Ora, todo nascimento de uma criança é causa de alegria, enquanto a morte causa-nos tristeza. Logo, a reencarnação não é verdadeira.
    Vimos que se a reencarnação fosse verdadeira, todo nascimento seria causa de tristeza. Mas, se tal fosse certo, o casamento – causador de novos nascimentos e reencarnações – seria mau. Ora, isto é um absurdo. Logo, a reencarnação é falsa.
    Caso a reencarnação fosse uma realidade, as pessoas nasceriam de determinado casal somente em função de seus pecados em vida anterior. Tivessem sido outros os seus pecados, outros teriam sido seus pais. Portanto, a relação de um filho com seus pais seria apenas uma casualidade, e não teria importância maior. No fundo, os filhos nada teria a ver com seus pais, o que é um absurdo.
    A reencarnação causa uma destruição da caridade. Se uma pessoa nasce em certa situação de necessidade, doente, ou em situação social inferior ou nociva — como escrava, por exemplo, ou pária – nada se deveria fazer para ajudá-la, porque propiciar-lhe qualquer auxílio seria, de fato, burlar a justiça divina que determinou que ela nascesse em tal situação como justo castigo de seus pecados numa vida anterior. É por isso que na Índia, país em que se crê normalmente na reencarnação, praticamente ninguém se preocupa em auxiliar os infelizes párias. A reencarnação destrói a caridade. Portanto, é falsa.
    A reencarnação causaria uma tendência à imoralidade e não um incentivo à virtude. Com efeito, se sabemos que temos só uma vida e que, ao fim dela, seremos julgados por Deus, procuramos converter-nos antes da morte. Pelo contrário, se imaginamos que teremos milhares de vidas e reencarnações, então não nos veríamos impelidos à conversão imediata. Como um aluno que tivesse a possibilidade de fazer milhares de provas de recuperação, para ser promovido, pouco se importaria em perder uma prova – pois poderia facilmente recuperar essa perda em provas futuras – assim também, havendo milhares de reencarnações, o homem seria levado a desleixar seu aprimoramento moral, porque confiaria em recuperar-se no futuro. Diria alguém: “Esta vida atual, desta vez, quero aproveitá-la gozando à vontade. Em outra encarnação, recuperar-me-ei” . Portanto, a reencarnação impele mais à imoralidade do que à virtude.
    Ademais, por que esforçar-se, combatendo vícios e defeitos, se a recuperação é praticamente fatal, ao final de um processo de reencarnações infindas?
    Se assim fosse, então ninguém seria condenado a um inferno eterno, porque todos se salvariam ao cabo de um número infindável de reencarnações. Não haveria inferno. Se isso fosse assim, como se explicaria que Cristo Nosso Senhor afirmou que, no juízo final, Ele dirá aos maus: “Ide malditos para o fogo eterno”? (Mt. XXV, 41)
    Se a reencarnação fosse verdadeira, o homem seria salvador de si mesmo, porque ele mesmo pagaria suficientemente suas faltas por meio de reencarnações sucessivas. Se fosse assim, Cristo não seria o Redentor do homem. O sacrifício do Calvário seria nulo e sem sentido. Cada um salvar-se-ia por si mesmo. O homem seria o redentor de si mesmo. Essa é uma tese fundamental da Gnose.
    Em conseqüência, a Missa e todos os Sacramentos não teriam valor nenhum e seriam inúteis ou dispensáveis. O que é outro absurdo herético.
    A doutrina da reencarnação conduz necessariamente à idéia gnóstica de que o homem é o redentor de si mesmo. Mas, se assim fosse, cairíamos num dilema:
    Ou as ofensas feitas a Deus pelo homem não teriam gravidade infinita;
    Ou o mérito do homem seria de si, infinito.
    Que a ofensa do homem a Deus tenha gravidade infinita decorre da própria infinitude de Deus. Logo, dever-se-ia concluir que, se homem é redentor de si mesmo, pagando com seus próprios méritos as ofensas feitas por ele a Deus infinito, é porque seus méritos pessoais são infinitos. Ora, só Deus pode ter méritos infinitos. Logo, o homem seria divino. O que é uma conclusão gnóstica ou panteísta. De qualquer modo, absurda. Logo, a reencarnação é uma falsidade.

    Se o homem fosse divino por sua natureza, como se explicaria ser ele capaz de pecado? A doutrina da reencarnação leva, então, à conclusão de que o mal moral provém da própria natureza divina. O que significa a aceitação do dualismo maniqueu e gnóstico. A reencarnação leva necessariamente à aceitação do dualismo metafísico, que é tese gnóstica que repugna à razão e é contra a Fé.
    É essa tendência dualista e gnóstica que leva os espíritas, defensores da reencarnação, a considerarem que o mal é algo substancial e metafísico, e não apenas moral. O que, de novo, é tese da Gnose.
    Se, reencarnando-se infinitamente, o homem tende à perfeição, não se compreende como, ao final desse processo, ele não se torne perfeito de modo absoluto, isto é, ele se torne Deus, já que ele tem em sua própria natureza essa capacidade de aperfeiçoamento infindo.
    A doutrina da reencarnação, admitindo várias mortes sucessivas para o homem, contraria diretamente o que Deus ensinou na Sagrada Escritura.
    Por exemplo, São Paulo escreveu:

    “O homem só morre uma vez” (Heb. IX, 27).

    Também no Livro de Jó está escrito:

    “Assim o homem, quando dormir, não ressuscitará, até que o céu seja consumido, não despertará, nem se levantará de seu sono” (Jó, XIV,12).

    Finalmente, a doutrina da reencarnação vai frontalmente contra o ensinamento de Cristo no Evangelho. Com efeito, ao ensinar a parábola do rico e do pobre Lázaro, Cristo Nosso Senhor disse que, quando ambos morreram, foram imediatamente julgados por Deus, sendo o mau rico mandado para o castigo eterno, e Lázaro mandado para o seio de Abraão, isto é, para o céu. (Cfr. Lucas XVI, 19-31)
    E, nessa mesma parábola Cristo nega que possa alguma alma voltar para ensinar algo aos vivos.

    Em adendo a tudo isto, embora sem que seja argumento contrário à reencarnação, convém recordar que na, Sagrada Escritura, Deus proíbe que se invoquem as almas dos mortos.

    No Deuteronômio se lê: “Não se ache entre vós quem purifique seu filho ou sua filha, fazendo-os passar pelo fogo, nem quem consulte os advinhos ou observe sonhos ou agouros, nem quem use malefícios, nem quem seja encantador, nem quem consulte os pitões [os médiuns] ou advinhos, ou indague dos mortos a verdade. Porque o Senhor abomina todas estas coisas e por tais maldades exterminará estes povos à tua entrada” (Deut. XVIII-10-12).

    Para citar este texto:
    Fedeli, Orlando – “Reencarnação – Argumentos católicos contra os fundamentos do espiritismo”
    MONTFORT Associação Cultural
    .
    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cadernos&subsecao=apologetica&artigo=reencarnacao&lang=bra

  4. Amiga disse:

    Ele não é nem espirita nem católico!!
    Sou espirita, e sabemos que esse ex-padre não passa de um falso incorporador.
    Quem se consultou com ele não gostou.
    Eu percebi que nem os trabalhadores do bezerra de menezes gostaram dele.
    Em alguns momentos da consulta ele criticou até as entidades que trabalham por lá no dia a dia…até do Dr. Fritz ele falou mal.
    Não acreditem em qualquer um que diga que incorpora…
    A casa não recebeu R$ dele, se ele cobrou o R$ ficou todo pra ele.
    E proximo ano ele não será mais bem vindo no bezerra de menezes e em nenhuma casa espirita séria!!

  5. CHICOWAGNER disse:

    ESSE FARISEU COMERCIANTE DA PALAVRA DE DEUS TONNY BATISTA, É UM EREGE ELE SO QUER DABER DE DINHEIRO E DE QUEM TEM DINHEIRO… FALSO, HIPOCRITA, FARISEU…

    FAZ DA IGREJA UM COMERCIO…

    NOS DE MONSENHOR GIL TEMOS NOJO DE TANTA FALSIDADE…

  6. Jorge Hoffmann Neto disse:

    esses católicos são uma comédia mesmo srsrs !! isso tudo porque são criaturas e não nascidos de Deus, estão em treves porque acreditam nos livros apócrifos que nunca foram e nunca serão sagrados, acreditam em imagens e tem sua fé depositava em algo tão corruptivel que Deus tenha misericórdia e converta esses coração de trevas em luz e paz de Cristo Jesus nosso senhor e salvador !!

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