Grupo ecumênico distribui cartazes contra o aborto e a homossexualidade

 
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Movimento lança campanha polêmica
O nome do movimento é Javé Nossa Justiça. O emblema é um arco-íris e a polêmica em torno do que pregam seus integrantes promete ser das maiores.
De cunho ecumênico, o grupo, criado em Pernambuco há sete anos, acaba de lançar uma campanha contra o que considera apenas dois dos sete “males” da humanidade: o aborto e a homossexualidade. Munida com ao todo dois mil cartazes sobre o tema, a coordenação do movimento disse que já deu início à distribuição da papelada junto a igrejas, centros espíritas e templos evangélicos de todo o país. E a ação não para por aí. Seus integrantes garantem que vão estampar essas ideias em outdoors e nos jornais que circulam em Pernambuco.O coordenador do Javé Nossa Justiça, Marcio Borba, disse que a campanha não tem tempo para acabar. “Fazemos a defesa intransigente da vida”, disse, referindo-se ao aborto. Na opinião dos membros do grupo, o aborto não deve ser feito nem mesmo nas condições previstas em lei. “O estuprador quer viver, a mãe quer viver e o feto também quer viver, só que ele não pode falar. Queremos falar por ele”, ressaltou Marcio, enquanto mostrava o cartaz com os dizeres: “É hora de pensar. Mesmo indefeso, o embrião tem os mesmos direitos de um ser humano. Não deixe que a vida dele seja interrompida. Diga não ao aborto”.
Reprodução – Tanto o aborto, quanto a homossexualidade são combatidos, na opinião do movimento, dentro da ótica dos preceitos bíblicos. No cartaz em que assumem a postura contra a união de pessoas do mesmo sexo, afirmam: “Ser contra o homossexualismo não é preconceito, é conceito cristão”. Logo abaixo vem um texto extraído de Romanos. “O homossexualismo impede a reprodução, não gera vida. Além disso, a própria Organização Mundial de Saúde reconhece o homossexualismo como uma doença, tratável”, comentou Marcio Borba.
Além da campanha, o movimento cristão Javé Nossa Justiça faz atualmente outras ações dentro da tríade caridade, evangelização e defesa intransigente da vida. “Atendemos entidades sem recursos e sem acesso à mídia, colocando-as na internet,com fotos, textos e contatos para quem quiser ajudar”, informou Marcio Borba. Além do aborto e da homossexualidade, o grupo também se posiciona contra a violência, a prostituição, as drogas, o ateísmo e a pedofilia.

Diáriopernanbuco/padom

 
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1 Comentários

  1. marcos disse:

    Homossexualidade não é doença!!

    Romanos Cap 1- 21a32

    21 Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
    22 Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
    23 E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
    24 Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
    25 Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
    26 Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
    27 E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
    28 E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
    29 Estando cheios de toda a iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
    30 Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
    31 Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
    32 Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem

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