dom, mar 7th, 2010

O VALOR DA MULHER

Uma das maravilhas da criação de Deus foi a mulher! Sem ironia!

Uma das maravilhas da criação de Deus foi a mulher! Sem ironia! Ter a perfeição estética e a possibilidade maravilhosa de gerar filhos. Gostaria de ter essa experiência como Arnold Schwartzenegger naquele filme! Apenas abriria mão das dores de parto!
As mulheres são especiais, indiscutivelmente! Mas acho que elas cometeram um grave erro procurando publicar o direito à liberdade de uma relação com os homens baseada somente no prazer sexual e na pseudo-segurança que ele traz.
A mulher que reflete, pensa, já está percebendo que a solução para a felicidade não está na “liberdade” de transar antes ou durante o casamento com quem quiser, e como quiser, mas em ser valorizada como pessoa, como gente, como ser que Deus criou com todo o amor e se empenha por estabelecer um relacionamento pessoal, Pai e filho.
Deus não criou a mulher e o homem para mendigar carinho, amor, para a morte. Como não criou o bebê para a morte. Não criou o sexo para ser arma de manipulação nas mãos das mulheres e homens! Será que as mulheres não entendem que, quando dizem “sim” para o sexo fora da proteção de um relacionamento cheio de amor e das bênçãos de Deus, elas se “coisificam”, viram um mero instrumento de prazer para o homem, que têm a ilusão de que estão controlando a situação, seus corpos, o parceiro, mas assim que ele consegue o que quer, a deixa, a abandona com a tristeza, a desilusão e o sentimento de que foi roubado dela um bem precioso? (Isso pode acontecer com o homem, também!)
Sua virgindade, ou sua dignidade e o ato de entrega por um amor que não foi de maneira nenhuma receptivo, porque era sentimento de paixão egoísta e manipuladora, sempre.
Alguma mulher, ou homem, pode dizer que estou sendo radical. Mas sou “duro” baseado na experiência de anos de aconselhamento que comprovam essa realidade. Vidas que insistiram em seguir a onda da moda, a maneira como todos estão tratando dessa área, a influência de amigos/as que agiram “como cegos guiando outro cego”, e acabaram colhendo tristeza e amargura.
As mulheres, querendo “conquistar” na justiça o direito sobre o próprio corpo, a oportunidade de “legislar” sobre, não só o próprio corpo, mas também sobre a vida que está sendo gerada dentro dela, vão oferecer a ocasião ideal para continuarem sendo alvo de relacionamentos fortuitos e sem profundidade, com pessoas que não se preocupam com as conseqüências, não a valorizam como pessoas, mas tem em seu corpo mero instrumento, mero objeto de satisfação… Lembre-se que a vida não pertence a ela, embora gerada dentro dela.

A mulher tem direito sobre aquela criança tanto quanto o pai que colaborou decisivamente para a “fusão” daquele pequeno ser, mas direito para vida e não para morte. Quem pode ter uma consciência equilibrada o bastante e um julgamento sem parcialidade para decidir se alguém deve nascer ou morrer, senão o próprio Deus?
Você tem valor! Você é especial e precisa se conscientizar disso. A relação sexual pode ser uma experiência maravilhosa e repleta de prazer e alegria, mas se for amadurecida e compromissada, assim como Deus planejou! Ele tem nada menos que o melhor para você! Não sei se você já considerou a possibilidade de fazer um aborto se “algo sair errado”, ou mesmo já tenha feito um e se sinta muito abalada e amargurada.
Coloque sua vida nas mãos de Deus pedindo que ele a transforme de dentro para fora e a receba, mesmo se sentindo mau. Faça um pacto de vida com ele, entregando-se completamente e decidindo viver conforme ele quer. Você verá que como sua vida irá mudar e ele lhe dará a oportunidade de encontrar aquela pessoa que a amará de todo o coração e lhe dará o respeito que você merece!
Fui irmão de uma criança, uma menina, que não nasceu, foi abortada. Quem poderia ser ela? Uma menina! Talvez aquela pessoa que faria diferença em nosso país, no mundo… Pelo menos em minha vida faria uma grande diferença. Lamento não ter tido essa irmã! Meu desejo é que as milhares de mães que buscam “soluções momentâneas” pelo aborto tenham discernimento para exercerem sua “liberdade” e escolherem o melhor para si mesmas e para esses milhares que foram impedidos de virem a este mundo para encontrar sua obra de vida pessoal.
Que entendam que são valiosas e que não precisam ser um bom corpo numa cama para sentirem-se gente!

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Extraído do site da Igreja Batista do Bacacheri – Curitiba, PR

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