Video: Pr. Fernando Petters – O Ano sabático – Assista Online

 
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Assista aqui, uma linda mensagem pregada por um dos maiores pregadores da atualidade…
O Pr. e Conferencista Fernando Petters nos revela através da Palavra de Deus, uma mensagem poderosa entitulada de “O Ano Sabático”, sua vida vai ser impactada por essa Palavra…. Abra o seu coração, assista, comente e indique para seus amigo!!! Assista Abaixo:

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1 Comentários

  1. Josiel e Aline disse:

    DEUS SE DIVORCIOU DE ISRAEL POR MOTIVO DE ADULTÉRIO!

    Quando o assunto de adultério é tratado, ocasionalmente, surge a alegação que Deus se divorciou de Israel por este motivo, com isso, concluem que o divórcio e recasamento são permitidos neste caso. Utilizaremos as informações históricas do pastor Antônio Gilberto. Para discorrer sobre esta questão, não podemos desconsiderar que, quando aconteceu este problema, os descendentes de Jacó estavam sob a Lei de Moisés, que contemplava o divórcio e que Jesus aboliu esta possibilidade aos cristãos. Para justificar este argumento, é usado o seguinte texto de Jeremias, que foi profeta em Judá:
    “Quando, por causa de tudo isto, por ter cometido adultério, eu despedi a pérfida Israel e lhe dei carta de divórcio, vi que a falsa Judá, sua irmã, não temeu; mas ela mesma se foi e se deu à prostituição. Sucedeu que, pelo ruidoso da sua prostituição, poluiu ela a terra; porque adulterou, adorando pedras e árvores. Apesar de tudo isso, não voltou de todo o coração para mim a sua falsa irmã Judá, mas fingidamente, diz o SENHOR. Disse-me o SENHOR: Já a pérfida Israel se mostrou mais justa do que a falsa Judá” (Jeremias 3:8-11).
    Em Jeremias 3:14 “diz o SENHOR; porque eu sou o vosso esposo…” e como já verificamos, a Lei de Moisés em Lv 20:10 e Dt 22:22 diz que havendo adultério com mulher casada, tanto o homem adúltero, quanto ela seriam mortos. Assim sendo, ficam as seguintes perguntas:
    • Por que Deus não aplicou a pena de morte, eliminando Israel (dez tribos) e Judá (duas tribos) da face da Terra?
    • Por que Deus diz que, por ter cometido adultério, despediu a traidora Israel e lhe deu carta de divórcio?
    Para compreendermos isto, é imprescindível que saibamos, mesmo em uma forma resumida, o que aconteceu na história das doze tribos de Jacó, após a divisão.
    Em 1Reis 11:1-13 diz que Salomão (filho de Davi) casou-se, contra a vontade de Deus, com muitas mulheres pagãs. Ao envelhecer, por causa delas, tornou-se idólatra e por isso Deus dividiu o seu reino após sua morte. Provavelmente, o cansado Salomão não suportou e cedeu às chantagens, cobranças ou insistentes ofertas das inúmeras mulheres. O casamento misto é uma oferta tentadora, mas pode levar o crente, que anda em caminho apertado (Mt 7:13-14), a ceder ao caminho espaçoso do seu cônjuge ímpio, pois andar na carne (natureza decaída – Gl 5:19) é natural e mais fácil. Este é um dos motivos de não ter havido casamento misto, crente com incrédulo (2Co 6:14-15; 1Co 7:39), na igreja primitiva. O crente que está em jugo desigual precisa orar e vigiar.
    Após a morte do rei Salomão, seu filho Roboão assumiu o seu lugar, mas houve uma revolta e Jeroboão (filho de Nebate) reivindicou o reino, havendo assim uma divisão em Israel (1 Reis 12):
    • As tribos de Judá e Benjamim e muitos de Efraim, Manassés e Simeão (2Crônicas 15:9; 34:1,3,6) ficaram com Roboão e constituíram o reino de Judá, ao sul, com sede em Jerusalém. Deus manteve este reino por amor a Davi (de quem viria Jesus) e de Jerusalém (1Reis 11:13).
    • As outras dez tribos ficaram com Jeroboão e constituíram o reino de Israel, ao norte, com sede definitiva em Samaria. Jeroboão esteve escondido no Egito, por motivos políticos, de onde importou o culto ao bezerro de ouro e também se atolou na idolatria a outros deuses.
    O texto de Jeremias 3:8-11 relata que por causa da idolatria das tribos de Israel com outros deuses e a decadência moral em que estavam, o Senhor permite que o Reino do Norte (Israel) fosse invadido. Este reino começou a ser levado para a Assíria em 734 a.C. (2Reis 15:29) e em 721a.C. completou o cativeiro (2Reis 17:6). A Assíria enviou povos de seus domínios, inclusive de Babilônia para repovoar as cidades de Samaria (2 Reis 17:24). A Assíria, além de destruir o reino do Norte, invadiu Judá em 713 a.C. (2Reis 18:14-16) e toda ela foi capturada em 701 a.C. (2 Reis 19), menos Jerusalém, sendo que, depois, foram derrotados pelo Anjo do Senhor, que feriu 185 mil assírios (2 Reis 19:35). Após isto, a Assíria foi dominada pela Babilônia.
    Passados cerca de 115 anos após o exílio do Reino do Norte, o Reino do Sul (Judá) começou a ser levado cativo por Nabucodonosor, rei da Babilônia, o que ocorreu em três etapas: 606a.C., 597a.C. e finalmente em 586a.C. foi completamente tomado (Jr 52, 2Rs 25).
    Em 536a.C., a Pérsia subjugou Babilônia e dominou o mundo até a elevação dos gregos em 330a.C. Antes disso, a Pérsia venceu a Média, formando um só domínio.
    Ao terminar os 70 anos de exílio, Ciro, o primeiro governante persa, proclamou o retorno dos judeus, bem como a restauração da nação de Israel, que demorou pouco mais de 100 anos. Assim como, em Judá, houve três levas de cativos ao exílio, houve também três levas de repatriados:
    • Em 536a.C., sob Zorobabel e Jesua, deu início à reconstrução do templo (Esdras 5).
    • Em 457a.C., sob Esdras, que veio da Pérsia com a missão de embelezar o templo (Esdras 7).
    • Em 445a.C., sob Neemias, que reconstruiu os muros de Jerusalém.
    É importante salientar que, entre os repatriados, vieram muitos elementos do extinto Reino do Norte. Lembremo-nos de que parte dos exilados daquele reino foi para as cidades da Média (2Reis 17:6). Agora, a Média e a Pérsia formavam um só reino, o que tornou praticável a volta de elementos das tribos do Norte. Em 1Crônicas 9:3 diz que entre os repatriados havia filhos de Efraim e Manassés, que eram das tribos do Norte. Em Esdras 10:25 o Reino do Norte é mencionado como “Israel” e em Esdras 6:17; 8:35 e 10:5 é mencionado “todo o Israel”, querendo dizer povos dos dois reinos. Provavelmente, os exilados de Judá, quando voltaram à pátria, passaram pelo alto Eufrates (caminho habitual), onde estavam seus irmãos do Norte e conduziram os que resolveram voltar à Palestina. Ana, no Novo Testamento, era da tribo de Aser, do antigo Reino do Norte (Lucas 2:36). Nos dias de Paulo e Tiago existiam núcleos de todas as tribos (Atos 26:7 e Tiago 1:1). O Senhor Jesus fez menção das doze tribos reunidas no futuro. Portanto, a restauração da nação de Israel foi feita com pessoas do Reino do Sul e do Reino do Norte (23).

    Creio que, agora, poderemos entender o porquê da necessidade de escrever este resumo histórico em um trabalho sobre separação, divórcio e recasamento.
    Em primeiro lugar, se houve adultério, Deus não aplicou a pena de morte da Lei de Moisés, que Ele mesmo estabeleceu. As doze tribos não foram eliminadas da face da Terra e existem até hoje, embora saibamos que, do Reino do Norte, poucos retornaram do exílio.
    Em segundo lugar, a carta de divórcio era irrevogável (Dt 24:4) e não era possível a reconciliação, mas, ao contrário disto, vemos Deus restabelecendo a nação de Israel com pessoas de todas as doze tribos e a comunhão com Ele.
    Vimos anteriormente que a Lei de Moisés não anulou a “promessa” feita a Abraão. Os homens podem até esquecer, mas Deus nunca se esquece de uma promessa “…se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo.” (2Timóteo 2:13). Durante todos os acontecimentos com Israel e Judá, o Senhor tinha em mente a Abraão, para quem foi feita a promessa que dele viria o Messias. Como Deus aplicaria a pena de morte ou então entregaria uma irrevogável carta de divórcio a alguém cuja palavra foi empenhada? Impossível! A Lei de Moisés era o aio para conduzir “De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo…” (Gl 3:24), não era para exterminar e nem despedir definitivamente os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Desta forma, o próprio Deus estaria Se declarando duro de coração ao fazer algo que condenou nos fariseus. Então, como explicar Jeremias 3:8-11 “… por ter cometido adultério, eu despedi a pérfida Israel e lhe dei carta de divórcio…”? Por exclusão, só resta uma alternativa:
    Deus usou os termos “adultério” e “carta de divórcio” com o objetivo de mostrar Sua indignação, Sua repulsa ao que estava acontecendo e a punição que seria aplicada. Podemos comprovar isto através do que está escrito em Isaías 50:1(“Assim diz o SENHOR: Onde está a carta de divórcio de vossa mãe, pela qual eu a repudiei? Ou quem é o meu credor, a quem eu vos tenha vendido? Eis que por causa das vossas iniqüidades é que fostes vendidos, e por causa das vossas transgressões vossa mãe foi repudiada.”). O mesmo texto na versão “Nova Tradução na Linguagem de Hoje”: “Será que vocês acham que eu os mandei embora como um homem manda embora a sua mulher? Então onde está o documento de divórcio? Ou acham que eu os vendi como escravos a fim de pagar as minhas dívidas? Não! Vocês foram levados prisioneiros por causa dos seus pecados; eu os mandei embora por causa das suas maldades”. Então, onde está o documento de divórcio? O divórcio era irrevogável e era impossível a reconciliação, mas aqui Deus explica que NÃO houve divórcio e sim um repúdio, portanto, era possível fazer cessar a separação temporária (1Co 7:10-11) entre Ele e seu povo.
    Em Isaías 54:6-8 “Porque o SENHOR te chamou como a mulher desamparada e de espírito abatido; como a mulher da mocidade, que fora repudiada, diz o teu Deus. Por breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias torno a acolher-te; num ímpeto de indignação, escondi de ti a minha face por um momento; mas com misericórdia eterna me compadeço de ti, diz o SENHOR, o teu Redentor.” A paciência de Deus não tem limites, pois Ele, realmente, é longânimo. Deus ordenou que os israelitas fossem santos e lhes deu a lei e os profetas para conduzi-los. O Senhor usou os profetas para chamá-los à santidade, mas eles persistiram em seus pecados. Se as palavras foram insuficientes, Deus precisou castigá-los, pois Ele é santo. Mesmo assim, não pôde deixar os seus nessa condição. Perdoou-lhes e os acolheu de volta com grande compaixão. Ainda faz assim a favor de qualquer pessoa que pecar.
    Com a idolatria, que é semelhante ao adultério e a prostituição, ao invés de decretar a pena de morte à sua esposa, eliminando o povo israelita da face da Terra, demonstrou, metaforicamente, Sua repulsa ao pecado através de algo radical semelhante ao repúdio – o exílio na Assíria e Babilônia. Em Isaías 54:6-8, Deus demonstra que não divorciou, mas repudiou a sua esposa por causa de adultério e depois se reconciliou com ela. Ele já estava demonstrando o que escreveria no Novo Testamento: “Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas…” (Mateus 19:9). “Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido (se, porém, ela vier a separar-se, que não se case ou que se reconcilie com seu marido); e que o marido não se aparte de sua mulher”. (1Coríntios 7:10-11). Esta foi uma separação temporária, para que o cônjuge problemático (todo Israel) fosse trabalhado até que o problema fosse resolvido e assim pudesse voltar ao convívio.
    Isto pode ser comprovado, pois O vemos dizer em Jr 3:1 “Se um homem repudiar sua mulher, e ela o deixar e tomar outro marido, porventura, aquele tornará a ela? Não se poluiria com isso de todo aquela terra? Ora, tu te prostituíste com muitos amantes; mas, ainda assim, torna para mim, diz o SENHOR”. Em Jr 3:12 vemos o Senhor dizendo “Volta, ó pérfida Israel, diz o SENHOR,…”, em Jr 3:14 “Convertei-vos, ó filhos rebeldes, diz o SENHOR; porque eu sou o vosso esposo…”, em Jr 3:22 “Voltai, ó filhos rebeldes, eu curarei as vossas rebeliões…” e em Jr 4:1 “Se voltares, ó Israel, diz o SENHOR, volta para mim;…”. Em Jr 4:4 “Circuncidai-vos para o SENHOR, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém”. Portanto, Deus não aplicou a pena de morte, mas a disciplinou. Com muito amor, chamou de volta a Sua esposa repudiada, exortando o povo a arrepender-se, oferecendo assim a sua clemência, o perdão das ofensas, demonstrando o seu profundo e persistente amor. Já estava revelando a obra de Jesus Cristo a nosso favor, a maravilhosa graça.
    Como vimos, Deus não se divorciou de Israel, pois se isto tivesse acontecido, as doze tribos de Jacó não teriam retornado à Palestina. Por isso, não podemos basear nesta passagem de Jeremias, usando o adultério como motivo para divórcio, pois o profeta empregou um conjunto de palavras para expressar a indignação, a justa disciplina de Deus e o perdão; o repúdio e a reconciliação (1Coríntios 7:10-11).
    Através da história do povo israelita, o Senhor dá o exemplo a todos aqueles que foram traídos pelo cônjuge.

    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    As Igrejas Católicas, Romana e Ortodoxa, com o pretenso exclusivismo e a doutrina do casamento sacramental, desprezam aqueles realizados em outras religiões (Jesus não desprezou – Lucas 20:34). Juntamente à visão da igreja da Reforma Protestante e de suas filhas, fizeram com que o divórcio chegasse a um nível insuportável entre os cristãos, fruto desta heresia. O divórcio e recasamento se transformaram em uma avalanche incontrolável e no intuito de amenizar e ajudar aqueles que estão nesta situação, temos visto as Escrituras Sagradas sendo torcidas e retorcidas com muita habilidade e inteligência, a procura de brechas para justificá-los. Mas, será que estas justificativas, na verdade, não são para subornar a consciência dos cristãos em pecado?
    Seria muito mais fácil e nem causaria estresse se preferíssemos pregar a favor ou nos omitir em relação à separação, divórcio, recasamento, da forma de namoro atual, do homossexualismo, aborto e da felicidade humanista. Seria mais confortável e, certamente, muito mais gente estaria caminhando conosco. As obras da carne expressam a natureza caída da humanidade e lutar contra elas não é nada popular. O que temos visto é toda forma de impureza sexual alastrar-se livremente em nossas igrejas e a taxa de divórcio ser tão alta quanto no mundo. Embora este assunto seja pesado e indigesto, necessita ser abordado com seriedade e urgência. Não podemos proibir o que Deus liberou e nem liberar o que Ele proibiu. Temos que ser fiéis à Palavra de Deus, não importando as conseqüências, oposição e desprezo que poderão advir. Jesus foi desprezado e poucos creram em sua pregação; o açoite, prisão e morte não intimidaram os profetas e apóstolos em falar a verdade. Não dá para continuar “em cima do muro”, não adianta adotar uma posição de querer agradar a todos ou ficar neutro, ora acusando uns de serem fariseus legalistas, e ora de serem liberais libertinos, pois a verdade tem que prevalecer com valentia. Esta tentativa de ser imparcial tem gerado desorientação e confusão entre os cristãos. A vontade de Deus é o que importa. Definitivamente, precisamos tomar uma posição bíblica sobre este tema.
    O divórcio está fora de controle em nossa geração. Os casamentos já são realizados com esta possibilidade em mente e são desfeitos por banalidades. Pasmem! Um casal, nascidos e criados em lares evangélicos, cerca de um ano após o casamento, entrou em conflito porque o marido queria ir a uma reunião de oração em um horário e a esposa em outro. Por fim, se divorciaram por causa de uma reunião de oração e, certamente, vão se casar novamente como se nada tivesse acontecido.
    A intolerância e o egoísmo predominam no coração da atual geração humanista. Não há fidelidade à palavra empenhada; caiu na vala comum e se transformou em algo banal e corriqueiro. Não existe compromisso e esta não é uma palavra muito popular nos dias de hoje, pois vivemos na sociedade do descartável. Se não quer mais os velhos, pratica a eutanásia ou abandona em asilos; se não quer o neném, aborta, mata, joga na rua, na lagoa ou lixeira; divorcia, se cansou e não quer mais o cônjuge.
    O humanismo, dentre outras coisas, banalizou o casamento de tal forma, que levou à afirmação muito popular, inclusive de líderes cristãos, de que “amigado com fé, casado é”, mas a Palavra de Deus mostra com muita clareza que, sem estar casado, pecado é.
    Neste mundo globalizado, o Cristianismo está e será colocado à prova em vários temas como a liberação do casamento de homossexuais, aborto, consumo de drogas, eutanásia, união sem casamento, etc. Muitos sucumbiram e estes pecados não mais escandalizam, ficaram normais, já vemos a licenciosidade instaurada em muitos grupos cristãos. Se os governantes aprovarem o aborto ou o casamento de homossexuais, a igreja vai alterar as suas doutrinas? A igreja vai se amoldar ao sistema mundano? A Palavra de Deus responde: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12:2). “Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância;” (1Pedro 1:14).
    Se o valor do casamento fosse de domínio geral na Igreja, o estudo sobre separação, divórcio e recasamento não seria tão importante, como tem sido nos tempos atuais. O “ficar” e o “namorinho” imoral, que não têm objetivo de casamento, sem comprometimento pautado por princípios de santidade e pureza, de acordo com a Palavra de Deus, já estão ficando normais. O início de um relacionamento que dá origem à família tem sido imoral. A separação é natural, o divórcio já não escandaliza e o recasamento é anunciado e oficializado com festas e “abençoado” despudoradamente pelas autoridades eclesiásticas. Infelizmente, o que temos visto é a celebração da iniqüidade no Cristianismo. Nestes tempos de apostasia, líderes cristãos, agindo conforme o mesmo padrão do império das trevas, descartam o cônjuge da mocidade, se divorciam e “casam” novamente, sem nenhum constrangimento, com ovelhas mais jovens ou interessantes. Outros caem em adultério, se divorciam, “casam” novamente e permanecem na liderança como se nada tivesse acontecido. “O aspecto do seu rosto testifica contra eles; e, como Sodoma, publicam o seu pecado e não o encobrem. Ai da sua alma! Porque fazem mal a si mesmos.” ( Is 3:9).
    Como estamos vendo, precisamos, urgentemente, voltar às verdades e ao padrão estabelecido pelo Senhor para sua Noiva, a fim de vê-la “gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef 5:27), pronta para receber o Noivo. Fica reforçada a afirmação de urgência deste ensino devido à chegada de novas ovelhas, das crianças, nas quais estão desabrochando o interesse pelo sexo oposto e casamento, também, pelo fato de haver muitos adultos, que não têm revelação sobre o assunto. Vemos que isto quase não é abordado em público, a não ser em reuniões específicas de casais, por isso, situações embaraçosas poderão surgir, permitindo o pecado por falta de conhecimento. Cristãos amasiados ou em adultério há muito tempo, alegam que nada sabiam a respeito. Onde está o ensino sobre o pecado e o Reino de Deus?
    Um líder cristão ao realizar o casamento promove o pacto de fidelidade “até que a morte os separe” e o Senhor nos adverte: “Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno.” (Mateus 5:37). Imaginemos que, com o passar do tempo, um dos cônjuges volte a ele ou a outro, para fazer este mesmo pacto com outra pessoa, estando o primeiro pactuante ainda vivo. Sejamos honestos, isto não é um erro? Não seria uma promoção da mentira? Não estaríamos trocando o “até que a morte os separe” de Romanos 7:2-3 pelo “até que o divórcio os separe?” Não é uma hipocrisia? Penso ser necessário reconsiderarmos nossas posições. Muitos líderes, ao realizarem um casamento, já não estão levando os nubentes a fazerem este pacto. Por que estão omitindo isto? Será que já estão com a possibilidade do divórcio em mente?
    Portanto, torna-se cada vez mais urgente que retornemos às verdades e ao padrão de Deus. Isso exigirá de nós coragem e perseverança para resistirmos à tentação de conduzir a igreja segundo nossos próprios conceitos ou cedermos aos apelos feitos pela maioria para que abaixemos o padrão estabelecido por Deus (Rm 12:1-2; Ef 4:1). O diabo, às vezes, engana-nos fazendo-nos adotar uma mentalidade de grupo que justifica certos pecados porque a maioria das pessoas os considera comportamento normal. Entretanto, devemos sentir medo quando estamos seguindo a maioria. O Cristianismo, pela sua própria natureza, é uma religião de contracultura. Seguir a Cristo é como nadar contra a correnteza, remar contra a maré (João 17:14-19; Romanos 12:1-2). Precisamos nos perguntar se não estamos alargando a porta e o caminho, com o objetivo de aliviar e não confrontar o erro. Caímos na tentação de sermos menos radicais que o Espírito Santo e, talvez, com o medo de esvaziar o número de membros e perder status, renda e poder político ou medo de reconhecer o próprio erro e de suas conseqüências, tornamo-nos complacentes com o pecado. Sabemos que isto dificilmente nos levará a um avivamento. A porta e o caminho sempre serão estreitos e apertados. Nós não temos autorização e nem poder para alargá-los. O caminho de Deus é difícil, mas nos conduz à vida eterna. Deve-se, ao estudar a Palavra de Deus, estar disposto a aceitar o que ela diz, independentemente de quaisquer circunstâncias pessoais ou possíveis conseqüências.
    Deixo uma pergunta aos líderes cristãos, que fazem recasamento de divorciados ou estão nesta situação: Verdadeiramente, há paz em seu coração quando toma esta atitude ou está vivendo nesta situação? O Espírito Santo não lhe traz à consciência uma sensação de erro, de algo anormal, de pecado? Medite nisto e responda sinceramente a Deus.

    ATITUDES RADICAIS

    Realmente, isto é muito difícil para qualquer pessoa diretamente envolvida no problema, mas o Senhor requer de nós atitudes radicais para segui-lo.
    Ao jovem rico, exigiu-lhe que vendesse tudo e desse aos pobres: ”Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me” (Mt 19:21). Para sentir o radicalismo desta exigência, ponha-se no lugar daquele jovem.
    Perder a vida é radical: “Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á.” (Mt 16:25).
    Cortar, arrancar e jogar fora também é radical: “Portanto, se a tua mão ou o teu pé te faz tropeçar, corta-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida manco ou aleijado do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno. Se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida com um só dos teus olhos do que, tendo dois, seres lançado no inferno de fogo.” (Mt 18:8-9).
    Ser eunuco por causa do reino dos céus é radical: “Porque há eunucos de nascença; há outros a quem os homens fizeram tais; e há outros que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino dos céus.” (Mt 19:12).
    Jesus foi radical contra o pecado em Jo 2:15 “tendo feito um azorrague de cordas, expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas” .
    Jesus foi mais radical que Moisés, quando disse: “Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela.” (Mt 5:28).
    Paulo em 1Co 5:5 foi radical ao orientar os líderes a entregarem a Satanás um de seus membros.
    Pedro foi radical em Atos 5:1-11, quando Ananias e Safira morreram por mentirem ao Espírito Santo.
    Em João 6, Jesus foi radical com as multidões que O seguiam por interesse material (vs 6) e com os discípulos no verso 67: “Então, perguntou Jesus aos doze: Porventura, quereis também vós outros retirar-vos?”, quando os questionou se ainda queriam segui-Lo.
    Temos que ser radicais na rejeição ao pecado e na submissão a Deus, pois a decisão mais radical da história foi tomada por Ele, quando entregou seu Filho à morte, para satisfazer Sua justiça, oferecendo um perdão responsável que teve um alto preço, custo de sangue (Hebreus 9:22), e assim nos resgatar da perdição eterna.
    Deus ordena ao homem e a mulher que se amem, perdoem e vivam em paz. A família é inviolável e sagrada. Deus disse em sua Palavra que odeia a separação e a infidelidade, Ele dá uma ordem para manterem a aliança e os votos feitos perante Ele, a sociedade e o cônjuge.

    ABANDONAR PECADOS

    Após a conversão, o novo crente continua com problemas em várias áreas de sua vida e que devem ser tratados. Os pecados devem ser abandonados e vencidos, pois o perdão de Deus é sempre condicional, demandando fé, arrependimento e abandono. Não importa qual pecado, ele deve ser abandonado imediatamente, conforme Tito 2:11-14 “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras”.
    “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Provérbios 28:13).
    “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.” (1João 3:9).
    “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?” (Romanos 6:1-2).
    Como já concluímos, o recasado está em pecado de adultério contínuo, que deve ser abandonado imediatamente. Os adúlteros não herdarão o reino de Deus (1Coríntios 6:9-10) “Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, … herdarão o reino de Deus”.
    Precisamos ser firmes e corajosos na obediência a Deus, pois situações ou afirmações que apelam à alma são colocadas de forma tão enganosa e perigosa, que precisam ser confrontadas com a verdade:
    • “Estão juntos há tanto tempo, vivem em harmonia e amor, por isso, na prática, já são casados! Juntado com fé, casado é!”
    • “Exigir que um recém-convertido, que já passou por duas ou mais uniões, volte ao primeiro cônjuge é tristemente antibíblico – só faz desgraça.”
    • “Mas, o irmão era casado, tinha filhos, separou-se e “casou novamente”, agora sua nova família está toda estruturada, já tem filhos com essa outra mulher, será mesmo que terão de se separar? Será que Deus quer destruir essa família? Deus é tão cruel assim? Não terão eles o direito de serem felizes?”
    • “Você vai esperar por seu esposo até quando? Você tem o direito de ser feliz, com um homem que lhe ame!”
    • “Estou me divorciando por ter sido traído. Será que Deus deseja que eu viva sozinho por um erro que não cometi?”
    • “Esta pessoa é a paixão da minha vida. Se a encontrei, é porque Deus, visando a minha felicidade, deseja que me divorcie e viva com ela!”
    • “Então a pessoa estará condenada para sempre a viver um relacionamento conjugal infeliz? Eu acho que ela deve ter outra chance!”
    • “Por causa de um erro no passado, eu agora não tenho o direito de ser feliz?”
    • “São homossexuais, mas se amam, têm o direito de serem felizes e de se casarem!”
    • Etc., etc., etc.
    Estes questionamentos e afirmações são terríveis e podem nos levar à ruína, à desgraça de viver em pecado, se não estivermos arraigados na Palavra de Deus. Precisamos ser firmes e corajosos na obediência a Deus, pois situações que apelam à alma (sentimento, emoção, vontade, razão) são colocadas de forma tão enganosa e perigosa, que precisam ser confrontadas com a verdade.
    Se o relacionamento em um recasamento é pacífico e está indo bem, então o sentimentalismo humano, o coração enganoso (Jr 17:9), leva a achar que está correto e passa a fazer aquelas indagações: “Será mesmo que terão de se separar? Será que Deus quer destruir essa família? Não terão eles o direito de serem felizes?” Mas se o mesmo for conflituoso, este mesmo coração enganoso, muda de opinião imediatamente e passa a defender a separação, fazendo mil e uma justificativas. Não é isso que acontece? Não é o que vemos e ouvimos? Portanto, se basearmos no sentimentalismo humano, certamente, “seremos agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina”. A decisão final tem que vir da Palavra de Deus.
    Observe como Satanás investe contra o casamento verdadeiro, como surgem problemas com o cônjuge legítimo, mas com a(o) amante ou em outro “casamento” parece que o maligno dá uma trégua aparente, cozinha em banho-maria, pois esta situação está do jeito que ele gosta, levando ao engano e destruição eterna. Ele é sujo e vem somente para roubar, matar e destruir (Jo 10:10), lutando contra o propósito de Deus.
    Estejamos com os corações abertos e cheios de coragem para assumirmos posições bíblicas, mesmo que sejam duríssimas, angustiosas e provoquem muito choro; como o citado em Esdras 10:1-44. Uniram-se, indevidamente, com mulheres as quais Deus havia proibido. A seguir, reproduzo um comentário que consta na “Bíblia de Estudo Vida”: “Os relacionamentos mencionados por Secanias não eram casamentos verdadeiros, nem as mulheres eram vítimas inocentes daqueles transgressores. A palavra traduzida por “casando” em Esdras 10:2 não é a palavra que normalmente se usava em referência ao casamento, mas significava “dando um lar a”. Alguns acham que “mulheres estrangeiras” significa prostitutas. Mesmo o casamento legítimo com cananeus era ilegal segundo a lei mosaica, especialmente por causa do perigo das concessões religiosas. Claramente, os judeus em questão não levaram a sério as leis de Deus, e as mulheres estavam dispostas a aceitar uma posição frágil e ilegal no lar desses homens. Cortar o relacionamento significava acabar com algo que estava errado desde o começo. Mandar essas mulheres e seus filhos embora parece drástico, porém o próprio povo escolheu essa solução como a melhor opção disponível para eles (Esdras 10:1-14). Estavam decididos a se separar do seu pecado. Esdras apoiou seus planos. O autor do livro de Esdras não diz o que aconteceu às mulheres e às crianças. Fica claro, porém, que cada caso foi cuidadosamente analisado.”
    Nosso Deus é santo e o pecado pesa no Seu coração (Gênesis 6:6), por isso não podemos fazer concessões, por mais apelativas que sejam as argumentações. Se tivermos o mínimo temor a Deus, abriremos mão de tudo o que Lhe ofende. Às vezes parece ser impossível, humanamente falando, mas para Deus tudo é possível e, certamente, trará uma solução a cada caso.
    O discípulo de Jesus, solteiro ou viúvo, que está amasiado, deve se casar ou abandonar a relação ilícita. Segundo a lei de Cristo, a doutrina dos apóstolos, o casado com cônjuge ímpio não deve se separar e o separado procure a reconciliação com o cônjuge verdadeiro. O recasado está em adultério e precisa se decidir. Cada “casamento” ou relacionamento indevido é um nó difícil e doloroso para desatar, pois podemos estar a lidar com pessoas feridas e se houver filhos a situação torna-se mais dramática. Pela “lei da vida”, somos sempre responsáveis pelos nossos atos, quer sejam bons ou maus. Deve-se assumir a tutela e o cuidado da educação e sustento dos filhos, ainda que sejam ilegítimos (Gálatas 6:7-10) “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna.”

    A QUEM AMAMOS MAIS?

    Devemos nos perguntar se amamos a Deus e ao seu propósito. Queremos, de fato, fazer o que Ele quer ou o que nós pensamos e desejamos? Buscamos a satisfação de nossos interesses e instintos ou uma vida de santidade e compromisso com Ele e com o seu propósito?
    O Senhor Jesus expressou de forma muito clara, sobre a opção que temos diante do seu chamado e do nível de amor que Ele requer e não nos deixou escolha: “Se alguém vem a mim e não aborrece (aborrece; isto é, ama menos) a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo” (Lucas 14:26-27).
    “Alguns foram torturados, não aceitando seu resgate, para obterem superior ressurreição; outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas e prisões. Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados (homens dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da terra.” (Hebreus 11:35-38).
    A história da igreja relata-nos que homens e mulheres fiéis foram torturados e perderam a vida de forma horrível por causa da fidelidade e do amor a Cristo. A dor e a morte não foram maiores do que o amor e a submissão a Cristo. Esse é o preço de ser discípulo de Cristo, que poucos têm tido coragem de pagar. “Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade. Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele”. (1João 2:4-5).
    Precisamos crer e confiar no amor do nosso Deus, pois Ele conhece na prática todos os dramas e sentimentos humanos, “antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” (Filipenses 2:7-8). Ele sentiu em Sua própria carne, em Jesus, o que é ser desprezado, injustiçado, ignorado, humilhado, abandonado, traído, espancado e violentado na alma. “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso.” (Is 53:3).
    Confie nas Suas soluções, pois não são apenas teorias, mas muito práticas, pois Ele passou por tudo isto e quer o melhor para nós. Ele nos ama profundamente, não quer que nenhum se perca e, certamente, dará resposta a quem Lhe busca.
    Se pensamentos de separação, não importando o motivo, passam em sua mente, ore e rejeite, pois não vêm de Deus. Se você estiver “namorando” ou noivando com ou sendo divorciado, ou em outro “matrimônio” com o primeiro cônjuge ainda vivo, agora, resta apenas uma pergunta: A quem você ama mais, o Senhor ou o (a) companheiro (a)? Que a graça de Deus lhe sustente e conduza, para que possa tomar a sua decisão e atitude.
    Este problema é tão antigo como a própria humanidade, por isso este estudo e exortações são importantíssimos. Talvez não devesse ser tão essencial, vital, como se tornou atualmente, pois estes pecados tinham que ser óbvios aos crentes, como é o assassinato, roubo, feitiçaria, etc. Como disse o cristão Roberto Fernandes: “Deveríamos estar aprendendo mais sobre o casamento, amor e fidelidade dos compromissos entre o homem e a mulher, como manter a família unida e feliz, os filhos em sujeição e obediência aos pais, as esposas amadas e bem protegidas, os homens sábios, firmes e amáveis.” Enfim, a família como um projeto de Deus.

    “Tornei-me, porventura, vosso inimigo, por vos dizer a verdade?” Gálatas 4:16.

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    REFERÊNCIAS

    Neste trabalho, idéias de vários autores, tanto em livros quanto em artigos na Web foram utilizadas e alguns textos transcritos, dentre os quais, relacionamos alguns a seguir. Peço desculpas, pois, com o decorrer do tempo, já não consigo identificar quais são estes textos e nem suas fontes.

    1. “BOL – A Bíblia Online” – Sociedade Bíblica do Brasil.
    2. “Bíblia de Estudo Vida” – Editora Vida.
    3. “Divórcio e Novo Matrimônio” – Roberto Carlos Fernandes – Web (1).
    4. “No Princípio Não Era Assim” – Igreja em Manhuaçu – MG – Web (1).
    5. “A Celebração da Iniquidade na Igreja” – Asaph Borba – Web (1).
    6. “Casamento, Separação e Divórcio” – Sérgio Franco – Web (1).
    7. “Considerações Sobre o Divórcio” – Jamê Nobre – Web (1).
    8. “O Divórcio, a Lei e Jesus” – Walter L. Callison – Web (1).
    9. “Deserção” – Rev. Angus Stewart – Web (1).
    10. “A Quem Enviarei?” – Cristian Romo – Web (1).
    11. “O Casamento Judaico” – Barney Kasdan – Web (1).
    12. “A Fé dos Humanistas” – Francis Schaeffer – Web (1).
    13. “Lei e Graça Contrastadas” – Moacir R. Oliveira – Web(1).
    14. “O Deus da Aliança Odeia o Divórcio” – Gildásio Reis – Web (1).
    15. “Divórcio e Novo Casamento: Uma Declaração” – John Piper – Web (1).
    16. “O Impacto do Racionalismo na Igreja Cristã” – Augustus Lopes – Web (1).
    17. “Os Anabatistas – Nem Católicos Nem Protestantes” – William R. McGrath – Web (1).
    18. “Do Humanismo Ridículo: A Crítica da Prefectibilidade Humana em Pascal e Lutero” – Luiz Felipe Pondé – PUC-SP – Web (1).
    19. “Verdades Atuais” – K. R. Iverson c/ Bill Scheidler – Comunidade Cristã de Curitiba.
    20. “A Superior Aliança” – Watchman Nee – Editora Vida.
    21. “Não Ameis o Mundo” – Watchman Nee – CLC – Editora.
    22. “Os Perigos da Paixão” – Jonas Neves de Souza – Igreja Batista da Lagoinha – BH – MG.
    23. “A Bíblia Através dos Séculos” – Antônio Gilberto – Edições CPAD.
    24. “Josué e a Vida Depois da Vírgula” – Délcio Meireles – Edições Parousia.
    25. “Divórcio à Luz da Bíblia” – Robert J. Plekker – Edições Vida Nova.
    26. “Divórcio e Recasamento” – Shawn Abigail – Editora Restauração.

    (1). World Wide Web – “Web” ou “WWW” – (“rede de alcance mundial”) é um sistema de documentos em hipermídia que são interligados e executados na internet.

    Juiz de Fora – MG
    Janeiro / 2010

    Queremos aproveitar a oportunidade para agradecer ao Pastor Gleuso Heringer, pela inspiração divina ao escrever tão lindo artigo.
    Creio que somente o Eterno pode nos dar força suficiente para andarmos conforme um: ASSIM DIZ O SENHOR!
    Quando esteve, pessoalmente, aqui na terra,ELE nos advertiu que para sermos perdoados é necessário perdoar 70X7. “Tome a sua cruz e siga-ME!” Disse Jesus. “Todo aquele, pois que confessar perante os homens estar em união comigo, EU também confessarei perante o meu PAI, que está nos céus, estar em união com ELE, mas aquele que ME repudiar perante os homens, EU também o repudiarei perante o meu PAI, que está nos céus”.”Neste mundo tereis dores e aflições mas tende bom ânimo EU venci o mundo.” “Tome a sua cruz e siga-ME”
    MINHA ORAÇÃO:
    Obrigado SENHOR pelas TUAS promessas!
    Senhor, ajuda-nos a viver conforme os TEUS designos, amando a TUA LEI, respeitndo a nossa promessa de que ficariamos juntos até a MORTE. Promessa feita em: em 01/10/1997.
    SAUDAÇÕES EM CRISTO.
    JOSIE E ALINE.

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